Crenças Limitantes: o que Bannister, Kipchoge e Sawe nos ensinam sobre o possível

Se uma crença pode limitar aquilo que fazemos... O que acontece quando vemos alguém semelhante a nós fazer aquilo que acreditávamos ser impossível?
Em 2024, escrevi um conteúdo sobre um feito que continua tendo grande repercussão, não somente no meio esportivo, mas também nos estudos sobre alta performance.
Leia aquele conteúdo com atenção, porque o que vamos falar aqui é uma sequência atual e moderna da mesma história.
Em 6 de maio de 1954, o britânico Roger Bannister entrou para a história ao correr uma milha em 3 minutos e 59,4 segundos, tornando-se o primeiro homem a superar a então famosa barreira dos quatro minutos.
[Assista ao vídeo abaixo, pois é muito inspirador, principalmente o final!]
O feito, porém, foi muito maior do que simplesmente estabelecer um novo recorde.
Durante anos, a marca dos quatro minutos havia sido tratada como uma fronteira quase intransponível.
A ausência de alguém que tivesse conseguido ultrapassá-la alimentava a ideia de que talvez existisse ali um limite fisiológico que o corpo humano não seria capaz de superar.
Bannister não apenas correu mais rápido do que qualquer homem havia conseguido antes. Ele produziu uma evidência concreta de que aquilo era possível.
E foi justamente o que aconteceu depois que tornou sua história ainda mais fascinante.
Pouco tempo depois de Bannister realizar esse feito, outros corredores também passaram a correr a milha abaixo dos quatro minutos.
O que durante décadas parecia impossível começou a se transformar em uma possibilidade real para outros atletas, em questão de semanas.
Apenas 46 dias depois, o australiano John Landy tornou-se o segundo homem a correr a milha abaixo dos quatro minutos, com 3:57,9 — registrado como 3:58,0 pelas regras de arredondamento da época.
Foi sobre esse fenômeno que escrevi no primeiro artigo desta série:
Como uma conquista individual pode desafiar crenças estabelecidas e alterar a percepção coletiva sobre aquilo que consideramos possível.
No meu ponto de vista, existe uma pergunta ainda mais intrigante neste feito, e que é muito importante avaliarmos:
O que realmente mudou depois que Bannister cruzou aquela linha de chegada?
O corpo humano havia mudado?
O treinamento havia mudado?
Ou será que, de alguma maneira, aquilo que os corredores acreditavam ser possível também havia mudado?
Mas antes de respondermos essas perguntas, quero trazer aqui um conceito importante:
O QUE SÃO CRENÇAS LIMITANTES?
Crenças limitantes são interpretações e pensamentos que assumimos como verdade e que podem nos impedir de desenvolver nossas competências, habilidades e emoções de forma plena.
De forma geral, são concepções falsas ou parcialmente falsas que acabam produzindo um resultado muito negativo: LIMITAÇÃO.
Elas podem limitar a maneira como utilizamos nosso potencial e, o que é ainda mais preocupante, podemos passar a aceitar essas crenças como partes estruturais da nossa personalidade, nos identificando com elas e, muitas vezes, incorporando elas ao nosso eu consciente.
Sobre este tema, vou deixar dois outros conteúdos adicionais, caso queira se aprofundar:
ATINGINDO METAS X CRENÇAS LIMITANTES: um relato particularmente importante sobre minha filha Amanda e o processo dela realizar um feito incrível na escalada esportiva brasileira — e como isso se relaciona com as crenças. Leia o conteúdo
“...porque eu não acreditava que poderia mandar a via... no momento que acreditei que poderia fazer a via, tudo mudou...”
Amanda Criscuoli Tavares
A CULTURA E NOSSAS CRENÇAS LIMITANTES: uma história pessoal envolvendo cultura e negócios, mostrando como as crenças podem limitar nossas vidas, empresas e negócios.
ENTÃO ACONTECEU ALGO IMPRESSIONANTE
O mais impressionante não foi apenas Bannister ter conseguido.
Foi o que aconteceu quando outras pessoas passaram a saber que era possível.
Roger Bannister havia conseguido.
Uma milha em menos de quatro minutos.
Mas talvez a parte mais interessante daquela história não esteja nos 3 minutos e 59,4 segundos que apareceram no cronômetro naquele dia.
Está no que aconteceu depois.
A barreira dos quatro minutos, que durante décadas parecia estar fora do alcance dos melhores corredores do mundo, começou a cair.
Em 1954, apenas algumas semanas depois do feito de Bannister, John Landy também correu a milha abaixo dos quatro minutos, com 3:58,0.
De repente, aquilo que durante tanto tempo havia sido considerado praticamente inalcançável começava a acontecer novamente.
E novamente.
E novamente.
A marca que parecia representar uma fronteira para o ser humano começava a se transformar em uma referência de desempenho.
É importante observar o que isso significa.
Antes de Bannister, um corredor poderia pensar:
“Será que alguém consegue fazer isso?”
Depois de Bannister, a pergunta passou a ser:
“Se alguém conseguiu, o que será necessário para que eu também consiga?”
Essa diferença parece pequena.
Mas não é.
Uma coisa é imaginar uma possibilidade.
Outra é ter diante dos olhos uma pessoa real que acabou de demonstrá-la.
A partir daquele momento, os quatro minutos deixaram de ser apenas uma barreira.
Passaram a ser um alvo.
E essa transformação é fascinante, pois muda todo o jogo.
Uma das forças mais poderosas que influenciam aquilo que perseguimos é justamente aquilo que acreditamos estar dentro do campo do possível.
Quando uma pessoa realiza algo que nunca havíamos visto ninguém realizar, ela não muda apenas o recorde.
Ela pode mudar o nosso mapa mental sobre aquilo que é possível.
SOBREHUMANO
1h59min30s.
Leia esse número novamente.
Uma maratona inteira — 42,195 quilômetros — percorrida em menos de duas horas.
No dia 26 de abril de 2026, em Londres, o queniano Sabastian Sawe fez algo que, até então, nenhum atleta havia conseguido em uma prova oficial: terminou uma maratona abaixo da marca de duas horas.
Seu tempo foi 1h59min30s — posteriormente ratificado como recorde mundial.
E como se isso já não fosse extraordinário o suficiente, outro atleta terminou abaixo de duas horas, praticamente ao seu lado.
O etíope Yomif Kejelcha, cruzou a linha de chegada em 1h59min41s.
Dois homens.
Na mesma corrida.
Abaixo de duas horas.
E um terceiro atleta, o ugandês Jacob Kiplimo, terminou em 2h00min28s — também abaixo do antigo recorde mundial de 2h00min35s, estabelecido por Kelvin Kiptum em Chicago, em 2023. [Leia matéria completa aqui]

A fotografia desta chegada parece representar muito mais do que uma disputa esportiva, representa uma fronteira sendo atravessada.
Não por um homem.
Mas por uma geração.
Você já deve estar se perguntando... Caraca!! A mesma fronteira de Bannister?
Ela mesma!!
Incrível, né!
O CURIOSO É QUE ALGUÉM JÁ HAVIA FEITO ISSO ANTES.
Se você acompanha atletismo, provavelmente lembrará de Eliud Kipchoge.

Em 12 de outubro de 2019, em Viena, na Áustria, Kipchoge correu a distância da maratona em 1h59min40,2s.
Foi a primeira vez que um ser humano completou os 42,195 quilômetros em menos de duas horas.
Mas existe uma diferença importante.
A marca de Kipchoge não foi reconhecida como recorde mundial oficial.
O motivo não está relacionado ao desempenho do atleta, mas às condições em que a corrida foi realizada.
O INEOS 1:59 Challenge foi uma tentativa especialmente planejada para superar a barreira: houve equipes rotativas de pacemakers, um carro conduzindo o ritmo e suporte de hidratação organizado especificamente para o desafio. Como não se tratava de uma competição convencional submetida às regras oficiais, o tempo não poderia ser homologado como recorde mundial.
Mesmo assim, havia algo impossível de ignorar.
Kipchoge tinha feito.
O ser humano havia corrido uma maratona em menos de duas horas.
Se preferir assistir o desafio INEOS 1:59 "ao vivo", acesse este link com toda a transmissão do evento.
Particularmente, prefiro o documentário Kipchoge: The Last Milestone que é muito inspirador.
Só que ainda faltava fazer isso em uma prova oficial.
É exatamente aqui que as crenças começam a ser quebradas.
Alguém fez.
É possível.
Sete anos depois, em Londres, Sawe atravessou essa fronteira dentro das condições oficiais de competição.
DE BANNISTER A KIPCHOGE
De muitas maneiras, a história de Sawe nos leva de volta a Roger Bannister.
Em 1954, Bannister tornou-se o primeiro homem a correr uma milha abaixo de quatro minutos.
Por décadas, os quatro minutos haviam funcionado como uma espécie de fronteira simbólica do desempenho humano.
Até que alguém atravessou.
Décadas depois, a maratona tinha sua própria fronteira simbólica:
02:00 horas.
E então apareceu Kipchoge.
Assim como Bannister havia feito com a milha, Kipchoge mostrou que aquela marca poderia ser atravessada.
Bannister mostrou como funcionam as crenças
Kipchoge mostrou que era possível.
Sawe mostrou que era possível em uma corrida oficial.
E existe algo ainda mais impressionante.
Quando Bannister correu sua milha em 1954, ele não criou apenas um novo recorde.
Ele criou uma nova referência.
Quando Kipchoge correu abaixo das duas horas em 2019, fez algo semelhante.
E quando Sawe correu 1h59min30s em Londres, o que antes parecia uma fronteira quase mítica passou a fazer parte dos resultados oficiais do atletismo.
A capa do Mundo Deportivo resumiu aquilo com uma palavra:
SOBREHUMANO.
Mas será que é essa a melhor maneira de compreender o que estamos vendo?
O QUE SIGNIFICA CHAMAR ALGUÉM DE “SOBREHUMANO”?
Sawe não nasceu com um cronômetro marcando 1h59min30s.
Sua trajetória, aliás, torna a história ainda mais interessante.
Segundo reportagem do Mundo Deportivo, sua trajetória no atletismo passou por diferentes etapas de preparação e desenvolvimento, até chegar ao nível de desempenho que apresentou em Londres.
Ou seja:
não existe nada de mágico nessa história.
Existe talento.
Existe treinamento.
Existe adaptação fisiológica.
Existe técnica.
Existe estratégia.
Existe ciência.
Existe ambiente.
Existe oportunidade.
Existe uma equipe.
Existe uma enorme quantidade de trabalho.
E, evidentemente, existe um atleta extraordinário.
Assista este documentário-curto e tire suas próprias conclusões:
Mas existe também algo que conecta essa história à história de Bannister.
Alguém precisou ser o primeiro.
E é justamente aqui que as histórias de Roger Bannister, Eliud Kipchoge e Sabastian Sawe começam a se encontrar.
Porque talvez a verdadeira pergunta não seja:
“Até onde o ser humano consegue chegar?”
Talvez seja:
“O que acontece com aquilo que acreditamos ser possível depois que alguém nos mostra que é possível?”
Porque, se o desempenho dos corredores não mudou radicalmente em poucas semanas, então precisamos fazer uma pergunta:
O QUE, AFINAL, MUDOU?
A resposta mais fácil seria dizer: a mente.
Mas isso também seria simplificar demais.
Bannister não provou que os limites fisiológicos eram apenas uma invenção da nossa cabeça. Kipchoge não correu uma maratona abaixo de duas horas simplesmente porque acreditou que conseguiria. E Sawe não chegou a 1h59min30s apenas porque alguém lhe disse que era possível.
Existe fisiologia.
Existe genética.
Existe treinamento.
Existe estratégia.
Tudo que já vimos...
Mas existe também algo que não podemos ignorar:
A percepção sobre aquilo que é possível, ou seja, NOSSAS CRENÇAS
Antes de Bannister, nenhum ser humano havia corrido uma milha abaixo de quatro minutos.
Depois dele, outros começaram a fazê-lo.
Antes de Kipchoge, nenhum ser humano havia percorrido uma maratona abaixo de duas horas.
Depois que ele mostrou que era possível, a barreira deixou de pertencer apenas ao território da imaginação.
E agora, em uma prova oficial, Sawe e Kejelcha fizeram aquilo que durante décadas parecia pertencer a outro mundo.
É aqui que quero trazer um conceito fundamental da psicologia:
AUTOEFICÁCIA
O psicólogo Albert Bandura desenvolveu, dentro da Teoria Social Cognitiva, o conceito de AUTOEFICÁCIA: a crença que uma pessoa possui sobre sua própria capacidade de organizar e executar as ações necessárias para alcançar determinado desempenho.
Não é simplesmente autoestima.
Não é pensar positivamente.
E também não significa acreditar que podemos fazer qualquer coisa.
É algo muito mais específico:
“Eu acredito que sou capaz de executar esta tarefa.”
E essa percepção importa.
"AUTOCONFIANÇA é a percepção de uma pessoa sobre a sua capacidade de organizar e executar cursos de ação necessários para produzir um dado desempenho."
Albert Bandura
Pesquisas em psicologia do esporte encontraram uma relação positiva entre autoeficácia pré-competição e desempenho esportivo.
Segundo Bandura, uma das fontes pelas quais construímos nossa percepção de capacidade é aquilo que ele chamou de experiência vicária: observar outras pessoas realizando algo.
Quando vemos alguém alcançar determinado resultado, especialmente alguém que percebemos como semelhante a nós em algum aspecto, recebemos uma nova informação sobre aquilo que pode estar ao nosso alcance.
E é aqui que a história de Bannister fica tão interessante.
Antes dele, um corredor poderia pensar:
“Será que um ser humano consegue correr uma milha em menos de quatro minutos?”
Depois dele, a pergunta poderia se transformar em:
“O que eu preciso fazer para correr uma milha em menos de quatro minutos?”
Perceba a diferença.
A primeira pergunta é sobre possibilidade.
A segunda é sobre capacidade e estratégia.
Uma pessoa abriu uma porta que outras passaram a enxergar.
Com a maratona, aconteceu exatamete da mesma forma!!
E isso não acontece apenas no atletismo.
Uma criança que vê alguém semelhante a ela realizando algo extraordinário pode começar a imaginar aquele caminho para si.
Um jovem atleta que observa seu treinador acreditar em uma determinada possibilidade pode passar a encarar aquele desafio de outra maneira.
Quantas vezes você já viu ou ouviu um atleta que conquistou algo importante agradecer aos treinadores ou aos pais por acreditarem nele quando nem ele mesmo acreditava?
Um escalador que vê alguém executar um movimento ou escalar uma via que parecia impossível pode deixar de pensar:
“Eu não consigo.”
E começar a pensar:
“Ainda não sei como fazer.”
Um empreendedor que conhece alguém que construiu uma empresa em condições parecidas com as suas pode passar a enxergar possibilidades que antes nem estavam no seu mapa.
As referências ampliam o campo do possível.
Acredito que essa seja uma das coisas mais importantes que podemos oferecer a uma criança, a um atleta ou a qualquer pessoa em desenvolvimento: não apenas dizer que ela é capaz, mas colocá-la em contato com evidências de que determinadas coisas podem ser feitas.
Se você ler este conteúdo onde falo dos nossos medos, sonhos e zona de conforto, enxergará exatamente este ponto, tanto para nossa filha e atleta quanto para nosso negócio e nossa empresa:
Uma atleta de alto rendimento como a Amanda também pode se beneficiar de treinar em um ambiente onde o nível é alto.
Para ter uma ideia, no Sharma Climbing Gavà existem vias com graduações que estão no limite superior do que temos em rocha no Brasil.
Elas estão ali.
Para serem treinadas.
E quando você assiste a um escalador ou uma escaladora concluindo uma via dessa graduação, no ginásio ou na rocha, o processo descrito por Bandura fica muito evidente.
MAS EXISTE UM PERIGO
Depois de tudo isso, seria muito fácil chegar a uma conclusão sedutora: “Então basta acreditar.”
Mas não.
E talvez essa seja uma das partes mais importantes dessa história.
CRENÇA NÃO É CAPACIDADE.
AUTOEFICÁCIA NÃO É COMPETÊNCIA.
MOTIVAÇÃO NÃO É TREINAMENTO.
POSSIBILIDADE NÃO É GARANTIA.
Por trás de cada um desses resultados que vimos: Bannister, Kipchoge e Sawe, existem anos de treinamento, adaptação fisiológica, técnica, estratégia, recuperação, recursos, conhecimento, ambiente e uma quantidade extraordinária de trabalho.
A crença não substitui nada disso.
Mas pode influenciar algo importante:
se começamos.
se persistimos.
como interpretamos uma dificuldade.
quanto esforço estamos dispostos a investir.
e se continuamos tentando quando o resultado ainda não apareceu.
Por isso, talvez uma forma mais precisa de pensar seja:
A crença pode abrir a porta. Mas competência, treinamento, oportunidade, recursos, contexto e condições fisiológicas determinam o que conseguimos fazer depois que entramos.
Isso vale para um atleta.
Vale para uma criança.
Vale para um estudante.
Vale para um profissional.
Vale para um empresário.
Vale para qualquer pessoa que esteja tentando alcançar algo que ainda não conseguiu.
Sem a crença, talvez nem cheguemos à porta.
A VERDADEIRA REVOLUÇÃO
Acredito que essa seja a parte mais fascinante de toda essa história.
Existem limites que podem começar de uma maneira diferente:
como uma ideia sobre aquilo que acreditamos que alguém como nós é capaz de fazer.
E talvez seja essa a verdadeira revolução.
O recorde não é apenas uma marca. Ele também pode ser uma informação sobre o possível.
Quando alguém estabelece uma nova referência, o mapa mental de outras pessoas pode mudar.
Aquilo que ontem parecia extraordinário pode se transformar no desafio de amanhã.
Aquilo que parecia impossível pode se transformar em uma meta.
E aquilo que parecia reservado a poucos pode, com o tempo, tornar-se parte do campo de possibilidades de muitos.
Esse é o verdadeiro poder de um modelo:
Ele não faz o caminho por nós. Ele nos permite enxergar que existe um caminho.
Não precisemos acreditar que somos capazes de fazer qualquer coisa.
Precisamos apenas de algo mais realista — e, ao mesmo tempo, mais poderoso:
ampliar, COM EVIDÊNCIAS, aquilo que consideramos possível.
Porque, às vezes, antes de alguém conseguir chegar mais longe, alguém precisa primeiro mostrar que existe um pouco mais de espaço para ir.
É por isso que as referências importam.
Aquilo que mostramos às nossas crianças, aos nossos atletas e às pessoas que caminham conosco também ajuda a construir o horizonte daquilo que elas imaginam ser possível.
Não precisamos viver a vida delas.
Não precisamos fazer o caminho por elas.
Mas podemos ajudá-las a enxergar caminhos que talvez ainda não consigam ver sozinhas.
Lembra da passagem que mencionei neste conteúdo: THUNDERBIRDS: O QUE A ELITE DA AVIAÇÃO ENSINA SOBRE EXCELÊNCIA SOB PRESSÃO, FAMÍLIA E PROPÓSITO:
Se você está perseguindo algo nobre e significativo (PROPÓSITO), sua filha, seu filho aprenderá, silenciosamente, que sua própria vida também pode ter significado”
As referências ampliam o campo do possível.
Nossa percepção do possível pode mudar quando encontramos evidências concretas de que aquilo que imaginávamos impossível pode ser realizado.
FONTES DESTA PUBLICAÇÃO
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TEORIA SOCIAL COGNITIVA (Albert Bandura): Bandura, A. (1997). Self-efficacy: The exercise of control. W.H. Freeman and Company.
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